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terça-feira, 30 de junho de 2009

A Economia que Vale a Pena...

... ver de novo, e de novo e de novo.

Após um longo período sem escrever nenhum artigo por motivos de força maior (leia-se trabalho), estou aqui novamente para falar de um tema que muitas vezes (quase sempre) é negligenciado pelas empresas de todo o Brasil. É essa tal de Economia.

Essa tal de Economia, que vem ajudando muitos que a conhecem e que às vezes vem prejudicando quem nunca ouviu falar. Muita gente pensa na Economia como a questão de não gastar muito. "Fazer uma economia nos meus custos" é uma frase popular entre as empresas de pequeno porte.

Para eu ficar mais assustado com a falta de interesse na questão, me assustei quando estava conversando com alguns amigos universitários e alguns deles questionaram para que iriam utilizar a matéria Economia que aprenderam na faculdade. Minha reação foi simples. "COMO ASSIM?", com os olhos saltando do meu rosto e um olhar de quem não acreditava naquela frase.

Pois bem, o fato é que, a Economia movimenta o mundo, o país, as empresas e as pessoas, este é o primeiro fator sobre a importância da Economia. Mas não é disso que estou falando. Estou falando de um simples entendimento sobre o Mercado, sobre o MacroAmbiente, MicroAmbiente, Avaliar a Demanda e a Oferta para seu produto, entre outras questões.

Em resumo, o estudo da Economia vai indicar como os recursos da sua empresa podem ser distribuídos e utilizados da melhor maneira. Não apenas fazer meia dúzia de contas para saber se irão ou não terminar no azul ou no vermelho. Ela é muito importante para definir o futuro do seu empreendimento.

Nota do redator: Hoje em dia, as empresas estão preferindo contratar mais estudantes de Economia a estudantes de Administração. Motivo? Pela mais ampla visão da situação atual e, principalmente, do futuro (além da menor concorrência, óbvio). Essas palavras não são minhas e nem de quem me disse, isso quem diz é o próprio Mercado (Estudado na Economia). That's All.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Quem é você??

Prazer, eu sou seu cliente "preferencial".

Essa situação é mais do que comum no dia-a-dia das empresas que não tem o foco voltado ao cliente. Em muitos os casos o cliente é chamado de preferencial, mas a única coisa que difere ele do cliente novo é o cartãozinho "Obrigado por ser nosso cliente". Neste caso, é melhor que a empresa não tenha esse cartão, do que ter e não dar a mínima para o significado real de um cliente preferencial.

Para se aprofundar um pouco sobre isso, eu vou demonstrar a Escala de Fidelidade dos nossos clientes:

  • Prospects: São futuros clientes que tem o perfil que a sua empresa deseja.
  • Experimentadores: São Prospects que já tem conhecimento sobre sua empresa, normalmente exploram seus produtos e suas ofertas.
  • Compradores: São Experimentadores que compraram uma vez e se satisfizeram com essa compra.
  • Clientes Eventuais: São Compradores satisfeitos que PODEM incluir sua empresa no Hall de Fornecedores deles. Isso tudo vai depende de prazos, entregas, preços, etc.
  • Clientes Regulares: Definem que irão comprar com sua empresa com mais freqüência.
  • Defensores: São clientes que elogiam seu negócio a quem quer que seja.
Conhecendo e entendendo a Escala de Fidelidade, fica muito mais fácil de definir onde que estão seus clientes. Quem é Experimentador? Quem é Comprador? Quem é Regular? Enfim, essa é uma forma de identificar qual é seu melhor cliente. Claro que muitos deles ficam difíceis de identificar, mas com certeza é bem fácil de identificar um Comprador de um Cliente Regular, por exemplo.

Portanto, classifique seus clientes. Mas trabalhe isso com responsabilidade e afinco, não de qualquer jeito. Faça como os bancos fazem, transforme seu cliente no cliente preferencial real e mostre isso a ele. Lembre-se, mostre o real benefício de ser o cliente preferencial, não apenas um cartão que ficará jogado em uma gaveta ou no armário, Ok.


Nota do redator: O cliente preferencial precisa se sentir único, precisa saber que é preferencial em atitudes, não em palavras. Criem um banco de dados simples, nada muito complexo, anote o que seu cliente compra, o que ele consome, o perfil dele. Com esses dados fica muito mais fácil de saber o que ele gosta e o que ele prefere consumir na sua empresa. Após isso, uma pequena ação de Marketing ajudará sua empresa lucrar e satisfazer (encantar) seu cliente. That's All.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Site? Não, meu sobrinho que faz o meu...

...Seu sobrinho? Ele é responsável pelo Marketing da sua empresa?

Pois é, caros leitores. O que vejo muito diante desse mercado de pequenas empresas é a falta de interesse em tentar crescer. Quando abordo uma empresa que faço o levantamento para a consultoria, em 1º lugar o objetivo é "ganhar dinheiro" e em 2º lugar o objetivo é "crescer". Como já falei em artigos anteriores esse tipo de objetivo não existe, mas não é sobre isso que vou dizer.

A cada dia, a cada contato eu me espanto mais e mais como as empresas vêm negligenciando a internet, ao invés de utilizá-la a seu favor. Se hoje somos 50 milhões de brasileiros que usam a internet, algum benefício a sua empresa precisa tirar dela, nem que seja apenas para deixar seu nome estampado. Mas utilize-a para algo, não jogue um site comum na internet, isso é prejudicial.

Pois é, mas nada adianta falar. Por enquanto, o site é visto como dinheiro jogado fora. Claro, um site feito de qualquer jeito, sem estratégia, sem planejamento, sem objetivo, sem técnica e sem mais um monte de coisa é prejuízo. Nenhum preço (por maior que seja) de um site bem feito será maior que o prejuízo que um site (feito de graça) mal feito pode acarretar a sua empresa.

As consequências dos sites feitos de qualquer jeito são:

  • Associação do site (ruim) com os serviços da sua empresa
  • Site no modelo antigo representa problema na evolução da sua empresa
  • Site colocado de uma forma comum não gera interesse de venda
  • Um layout cheio de programação e efeito causam efeitos contrários, torna-se cansativo

Ou seja, se o site é pra ser uma parte da força de vendas da empresa, e você faz um site de qualquer jeito, é como se você colocasse o seu sobrinho para vender o seu produto. PERGUNTO: Ele faria isso muito bem?

Nota do redator: Hoje é mais uma bronca do que uma dica. Empreendedores, comecem a pensar na sua empresa como seu retrato, chega de achar que empresa é oba-oba e que os clientes só compram se eles quiserem e se não quiserem, "tudo bem". Está na hora de começar a ajudar seus clientes a obterem os melhores resultados, isso sim é a "inovação que faz a diferença". That's All.